Meu Colaborador Faltou. E agora?
Gestores conhecem os reflexos diretos de uma ausência. Atraso na entrega de projetos, falta de engajamento da equipe, aumento do trabalho com treinamento de novos funcionários e o inevitável aumento da demanda de horas extras.
Por que os imprevistos escolhem justamente esse momento para acontecerem ?
Existe um fantasma comum que assombra gestores de equipes pequenas, presentes em pequenas e médias empresas: a ausência de colaboradores em algum momento do projeto.
Alguns gestores, repassam a uma outra pessoa da equipe, com antecedência, algumas tarefas mais criticas e ficam “na torcida” para que nada dê errado durante o período de ausência principalmente quando a ausência atinge postos de maior responsabilidade.
Sérgio, como chamaremos um cliente da Sprint, consentiu em compartilhar sua história. Passou por duas situações parecidas mas em posições diferentes: uma como cliente e outra como gestor e conta o que aprendeu dessas experiências.
Em uma sessão de consultoria, ele relatou que iniciou uma reforma em sua casa e tinha um problema com o lavatório do banheiro um pouco aparente na sala.
A arquiteta propôs uma solução inovadora: criar uma torneira que desceria do teto e daria um ar de obra de arte ao ambiente, disfarçando a aparência do lavatório e sanando assim o problema.
Ele gostou da proposta e contratou uma empresa especializada para executar o serviço.
O problema começou quando Sérgio tentou marcar a instalação do equipamento. A demora no agendamento causou um primeiro desconforto mas depois de algumas tentativas frustradas, finalmente foi agendada.
O pesadelo, portanto, estava apenas começando. O técnico foi até a obra mas não realizou a instalação. Alegou que o equipamento era um lançamento e precisaria averiguar uma série de requisitos técnicos e retornaria depois, deixando Sérgio frustrado e preocupado com sua escolha.
Passados dois dias, o técnico, por telefone, informou ao Sérgio que ele precisaria mudar a posição do cano, quebrar o teto e realizar uma série de modificações na obra que não foram informadas no momento da compra.
Mesmo contrariado e até arrependido com sua aquisição, Sérgio resolveu seguir em frente, atendeu todas as exigências feitas pelo técnico e tentou remarcar a instalação mas sem sucesso. A essa altura, Sérgio estava muito irritado com o atendimento.
Aproximadamente 20 dias depois, recebeu a visita de um segundo técnico que questionou o motivo das alterações realizadas. Sérgio explicou o ocorrido e para a sua surpresa, não precisaria fazer nada daquilo. O técnico anterior estava em fase de experiência, cobrindo as férias do técnico mais experiente. Em duas horas, o segundo técnico concluiu a instalação sem maiores transtornos.
Sérgio identificava naquele momento, os problemas de gestão daquela empresa, agravados pela falta de comunicação e transparência no seu atendimento.
Formalizou uma reclamação relatando que preferiria ser informado sobre a ausência do profissional competente e que estaria disposto a esperar sua volta, para que a troca do equipamento fosse sem traumas. Certamente sua experiência seria bem diferente.
O máximo que recebeu foi um pedido de desculpas por parte da empresa. Obviamente isso não conseguiu recuperar a empatia do Sérgio para novos negócios.
E quando a situação se inverte?
Quinze dias depois, Sérgio estava na posição inversa. Sua empresa era a prestadora de serviços.
Um de seus colaboradores saiu de licença de casamento e justo nesse período surgiu uma demanda muito específica que somente esse colaborador poderia atender.
Ainda fresca na memória, estava a sua terrível experiência. Procurou evitar oferecer mesmo dissabor a seu cliente. Após muito “jogo de cintura”, conversas e estresse, Sérgio conseguiu salvar o contrato, absorvendo um custo exorbitante, obrigado a contratar um outro técnico com custo muito mais alto, para resolver o problema.
Sérgio teve seu funcionário de volta após o período da licença. Imaginem se fosse um caso de desligamento do funcionário? Ele não o teria de volta e seria obrigado a reinvestir no treinamento de um novo funcionário. Isto implicaria em mais custos diretos, indiretos e tempo.
Sérgio aprendeu a “duras penas” uma grande lição. Depois disso, intensificou as atividades para organizar os processos e a gestão do conhecimento dentro de sua empresa.
Vamos repartir com você, caro leitor, as lições dessas histórias.
Existe um ATIVO valioso em sua empresa, que é o CONHECIMENTO.
É fundamental que ele seja transferido a cada funcionário de sua equipe. É necessária a criação de um método que possibilite a cada um de seus colaboradores o acesso a uma base de informações para consultas constantes com informações sobre as atividades diversas de seu negócio.
E como se faz isso?
Pela Organização de Processos. Organização de Informações existentes em sua empresa. Realização de Gestão de Conhecimento, aliada a uma cultura de treinamento constante.
Só assim afastamos de vez, esse fantasma da ausência repentina do colaborador e da dependência absoluta do funcionário que não compareceu.
Isto muitas vezes traz, não apenas, os custos legais trabalhistas mas outras consequências que culminam em perdas financeiras.
Essa assombração rodeia sua empresa?
Venha tomar um café conosco.
Vamos ajudá-lo a resolver isso.
Aproveite, agende seu horário, clique aqui.

